quinta-feira, 28 de julho de 2011

tolices, ou outras que tais!

Aquele ditado que diz quando não sabem o que fazer inventam-nas não se poderia encaixar melhor em mim!
Ontem fui ao armário buscar uma camisa que o pai já não usava (há anos) e a estas horas já se parece com umas calças para ela.
Tenho um ovo inteiro, já vazio obviamente, lavado e entretanto seco, à espera de um "art attack" prometido para hoje.
Sim, que o meu piolhito de quase 3 anos vê e gosta de ver o art attack e mais... já associa cola branca ao dito programa!
Ando a levar injecções para tratar um espasmo muscular, mas ontem passei duas horas do serão na cozinha, agarrada ao tacho, a ver se aproveitava ameixas que a gastroentrite não nos permitiu comer.
Sobre isto, cheguei à conclusão que esperar pelos 110º do ponto de estrada referenciado para o doce, fez com que ultrapassasse a consistência que eu gosto. Mas foi a minha primeira experiência nos doces!
E ando cheia de vontade de encher a piscina dela e colocá-la na varanda, mas o pânico e a dúvida da água que possa ir parar ao terraço dos vizinhos paralisa-me
Mas que ela ia gostar ia :)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Uma semana depois, posso dizer que já nos sentimos bem melhor.
Mas uma gastroentrite a três, tinha sido desnecessária!

Tudo começou na terça, com ela a acordar a vomitar. Nesse dia vomitou tanto que até perdi a conta...
Acalmou ao fim da tarde, depois de ter chupado um bocado de chupa-chupa (parece que o açucar acalma o estômago) e de ir bebendo ice-tea às colheres de 5 em 5 minutos
Mas ao jantar, como tinha estado bem, comeu um pouco de sopa (nunca lha deviamos ter dado) e voltou
Banho, mais meia hora sem beber nem comer nada e novamente chupa e ice-tea às colheres e cama de barriguinha vazia
Na quarta acordou bem melhor, mas bebeu apenas chá e água açucarada e tostas e bolacha maria
Mas à mesma hora, tanto pai como mãe, e em locais diferentes, também ficaram!
Na quinta ela piorou, sempre muito mole, voltou a vomitar e fez um pouco de febre e depois de dormir acorda muito prostrada e a rejeitar qualquer liquido e assustados, acabámos por a levar ao hospital
Felizmente espevitou na viagem e não tinha ainda sinais de desidratação, pelo que viemos para casa, com receita para ben-u-ron e um soro bem melhor que o miltina.
Parece que há com sabor a coca cola e a morango, a nossa opção, claro. Chama-se B-suero
Conseguiu bebe-lo e fez-lhe muito bem

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Palavras que não quero esquecer

Faço e refaço este post milhares de vezes na minha cabeça.
Repito palavras tantas e tantas vezes até as esquecer mesmo, trocando-lhes as sílabas.
Mas desta não passa! Pelo menos, aquelas que agora me lembrar!
São palavras dela, aquelas palavras trocadas, ou os nomes por ela inventados que ficam e continuam.
  • Tapa-tapa - tudo o que serve para tapar. Seja lençol, manta, edredão ou cobertor. Até as almofadas da sala podem ser tapa-tapa
  • Cazimola - camisola, pois claro!
  • Pocodor - computador. Mas também já foi pocododo
  • Pechapa - eram as bolachas! Pechapa bola eram bolachas maria!!!
  • Coginja - cozinha! Tem tudo a ver, não é?!...
  • Ponhar - pôr ou colocar, pois então!
  • Com e com sem - com (qualquer coisa) e sem (qualquer coisa)!
  • Não Alembri (ou alembrei) - esqueci ou não lembra
  • Zagulina - gasolina, pois então!