Chega Dezembro e com ele chagam os pais natais em força por todo o lado e no domingo cruzamos-nos com um.
Na altura ignorou-o mas mais tarde, já no carro, pergunta assim:
- Mamã, aquele Pai Natal não era mesmo de verdade, ou era?
Disse-lhe que não, que o Pai Natal de verdade não se deixa ver. Que estes pais natais que se vêem por estes dias são uma espécie de ajudantes.
- E tu já viste algum Pai Natal de verdade? - pergunta ela novamente.
- Não filha nunca vi.
- Mas eu já vi um Pai Natal de verdade!
- Viste? - pergunta o pai que até então tinha estado apenas à escuta - Onde?
- No Ruca!
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
01 de Dezembro
imagem encontrada no pinterest
Ontem começou o último mês do ano, o do Natal e da magia, das férias que trazem os nossos pequenos tesouros de volta a casa para uns dias de preguiça e mimo...
O outro mês da família, que em Julho regressa o tio que está por terras de outras línguas e em Agosto podemos estar mais dias com aqueles que gostávamos que estivessem mais perto.
Mas ontem foi o dia em que ela me perguntou, como se nada fosse, enquanto jantávamos no shopping, como é que o meu pai tinha morrido...
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Ela
Ela no parque infantil, a rir, sentada no golfinho de mola virada para a cauda
Pais no banco a Olha-la....
De repente o pai diz apenas:
- e para o ano já faz 6 anos!
E nesses momentos só me apetece tirar as pilhas de todos os relógios, parar todas as cordas, colocar uma pedra a travar o movimento da terra e berrar ao tempo que PARE!
A cada bainha que baixo é menos um bocadinho dela que tenho e mais um bocadinho de asa que lhe cresce
E se é bom vê-la crescer tem alturas em que só a queria de novo em formato mini, enroscasdinha no nosso colo com o meu nariz colado no pescoço dela nuns minutos que pareciam horas.
Agora há mais dias em que as horas parecem minutos....
Pais no banco a Olha-la....
De repente o pai diz apenas:
- e para o ano já faz 6 anos!
E nesses momentos só me apetece tirar as pilhas de todos os relógios, parar todas as cordas, colocar uma pedra a travar o movimento da terra e berrar ao tempo que PARE!
A cada bainha que baixo é menos um bocadinho dela que tenho e mais um bocadinho de asa que lhe cresce
E se é bom vê-la crescer tem alturas em que só a queria de novo em formato mini, enroscasdinha no nosso colo com o meu nariz colado no pescoço dela nuns minutos que pareciam horas.
Agora há mais dias em que as horas parecem minutos....
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
(shiu...)
às vezes tenho vontade de escrever mas a inércia acaba por me levar sempre a melhor e vence-me completamente.
assim, volto a fechar o blog como se nem por aqui tivesse passado...
mas hoje começa um novo mês e por primeira vez desde que me lembro hoje não é feriado e se as datas mudam também a inércia tem de mudar!
e para cá voltar, aqui fica esta menina: Birdy
assim, volto a fechar o blog como se nem por aqui tivesse passado...
mas hoje começa um novo mês e por primeira vez desde que me lembro hoje não é feriado e se as datas mudam também a inércia tem de mudar!
e para cá voltar, aqui fica esta menina: Birdy
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Essa "coisa" chamada escola
Vencido o estado de excitação inicial, aquela ansiedade boa e alegria no começo, que a deixava a sorrir e sem sono, com um "estou demasiado agitada para dormir", chega agora a angustia e o choro...
Quando aos 5 anos se vai por primeira vez para a escola tudo a espera.
É um mundo novo, todo ele diferente do conforto que tão bem conhece.
As expectativas eram altas e tendo o ballet como referência, que adora, foi o mais delirante e entusiasmada possível, deixando-nos boquiabertos com tal felicidade!
Até o almoço, que tanto nos assustava, correu lindamente
Mas com o correr dos dias aquele sorriso, o mais lindo sorriso do mundo, foi-se apagando, dando lugar a uma tristeza que dá dó!
E o choro chegou e, tal como a chuva destronou o sol, este roubou o lugar dos sorrisos e a minha filha parece aquele outono feito de chuva e dias cinzentos, ao invés do outono de folhas secas, de cores quentes, em pilhas que se pisam alegremente entre gargalhadas estridentes.
Não gosto de a ver assim e o pior é aquele olhar incrédulo quando lhe dizemos que a escola é um lugar onde ainda se vai divertir muito e não há abraço nem beijo nem sorriso que a demova e convença!
Bem sei que ainda só passaram quinze dias, mas já provou comidas que não gostou e que a forçaram a comer, já vomitou, tal era a angustia, já lhe caíram garotos em cima, que o escorrega é uma selva e os meninos são muito índios, e com o choro já a chamaram de chorona, coisa que a magoou imenso...
Dizem-me e ela confirma pelo que conta que até gosta das actividades e do correr do dia mas, suspiro e guardo o coração cá dentro, quando gostava de lhe poder ajudar a segurar o dela...
Espero por dias de sol, e que tragam os sorrisos de volta. Enquanto espero que ela se permita a ser feliz...
Quando aos 5 anos se vai por primeira vez para a escola tudo a espera.
É um mundo novo, todo ele diferente do conforto que tão bem conhece.
As expectativas eram altas e tendo o ballet como referência, que adora, foi o mais delirante e entusiasmada possível, deixando-nos boquiabertos com tal felicidade!
Até o almoço, que tanto nos assustava, correu lindamente
Mas com o correr dos dias aquele sorriso, o mais lindo sorriso do mundo, foi-se apagando, dando lugar a uma tristeza que dá dó!
E o choro chegou e, tal como a chuva destronou o sol, este roubou o lugar dos sorrisos e a minha filha parece aquele outono feito de chuva e dias cinzentos, ao invés do outono de folhas secas, de cores quentes, em pilhas que se pisam alegremente entre gargalhadas estridentes.
Não gosto de a ver assim e o pior é aquele olhar incrédulo quando lhe dizemos que a escola é um lugar onde ainda se vai divertir muito e não há abraço nem beijo nem sorriso que a demova e convença!
Bem sei que ainda só passaram quinze dias, mas já provou comidas que não gostou e que a forçaram a comer, já vomitou, tal era a angustia, já lhe caíram garotos em cima, que o escorrega é uma selva e os meninos são muito índios, e com o choro já a chamaram de chorona, coisa que a magoou imenso...
Dizem-me e ela confirma pelo que conta que até gosta das actividades e do correr do dia mas, suspiro e guardo o coração cá dentro, quando gostava de lhe poder ajudar a segurar o dela...
Espero por dias de sol, e que tragam os sorrisos de volta. Enquanto espero que ela se permita a ser feliz...
sexta-feira, 7 de junho de 2013
É oficial: ela lê!!!!
Os três no shopping para jantar
Mãe sopra a sopa, pai arruma a mesa e a tralha que é o jantar
Ela olha para todo o lado e depois de murmurar algo imperceptível para nós, espantada, comenta o nome de uma loja: zarra
Sim era a Zara, mas leu "rr"
E se fosse só isso...
- Quero essa maça. É "fugi" (leu no autocolante)
E volta e meia lê palavras escritas algures
A técnica dela é murmurá-las para ela mesma até ter a certeza do que seja e só aí dizê-la em voz alta.
É um misto de orgulho e medo.
Não somos nós que puxamos por ela, apenas acompanhamos a sua curiosidade e muito menos a escola (onde não anda)
E ainda nem 5 anos tem!...
Mãe sopra a sopa, pai arruma a mesa e a tralha que é o jantar
Ela olha para todo o lado e depois de murmurar algo imperceptível para nós, espantada, comenta o nome de uma loja: zarra
Sim era a Zara, mas leu "rr"
E se fosse só isso...
- Quero essa maça. É "fugi" (leu no autocolante)
E volta e meia lê palavras escritas algures
A técnica dela é murmurá-las para ela mesma até ter a certeza do que seja e só aí dizê-la em voz alta.
É um misto de orgulho e medo.
Não somos nós que puxamos por ela, apenas acompanhamos a sua curiosidade e muito menos a escola (onde não anda)
E ainda nem 5 anos tem!...
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Dela: a sua primeira palavra
Andava, à pouco, a arrumar e encontrei uma folha que julgava já estar guardada na caixa de tesouros* dela.
A primeira palavra escrita por ela, sozinha! Sem perguntar como se escrevia tal coisa.
Limitou-se a vir à sala perguntar-me como se escrevia o "quê" (o som), que não se lembrava.
Chegou-me com isto
A primeira palavra escrita por ela, sozinha! Sem perguntar como se escrevia tal coisa.
Limitou-se a vir à sala perguntar-me como se escrevia o "quê" (o som), que não se lembrava.
Chegou-me com isto
ESPECTÁCULO!!!!
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