Vencido o estado de excitação inicial, aquela ansiedade boa e alegria no começo, que a deixava a sorrir e sem sono, com um "estou demasiado agitada para dormir", chega agora a angustia e o choro...
Quando aos 5 anos se vai por primeira vez para a escola tudo a espera.
É um mundo novo, todo ele diferente do conforto que tão bem conhece.
As expectativas eram altas e tendo o ballet como referência, que adora, foi o mais delirante e entusiasmada possível, deixando-nos boquiabertos com tal felicidade!
Até o almoço, que tanto nos assustava, correu lindamente
Mas com o correr dos dias aquele sorriso, o mais lindo sorriso do mundo, foi-se apagando, dando lugar a uma tristeza que dá dó!
E o choro chegou e, tal como a chuva destronou o sol, este roubou o lugar dos sorrisos e a minha filha parece aquele outono feito de chuva e dias cinzentos, ao invés do outono de folhas secas, de cores quentes, em pilhas que se pisam alegremente entre gargalhadas estridentes.
Não gosto de a ver assim e o pior é aquele olhar incrédulo quando lhe dizemos que a escola é um lugar onde ainda se vai divertir muito e não há abraço nem beijo nem sorriso que a demova e convença!
Bem sei que ainda só passaram quinze dias, mas já provou comidas que não gostou e que a forçaram a comer, já vomitou, tal era a angustia, já lhe caíram garotos em cima, que o escorrega é uma selva e os meninos são muito índios, e com o choro já a chamaram de chorona, coisa que a magoou imenso...
Dizem-me e ela confirma pelo que conta que até gosta das actividades e do correr do dia mas, suspiro e guardo o coração cá dentro, quando gostava de lhe poder ajudar a segurar o dela...
Espero por dias de sol, e que tragam os sorrisos de volta. Enquanto espero que ela se permita a ser feliz...
terça-feira, 1 de outubro de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
É oficial: ela lê!!!!
Os três no shopping para jantar
Mãe sopra a sopa, pai arruma a mesa e a tralha que é o jantar
Ela olha para todo o lado e depois de murmurar algo imperceptível para nós, espantada, comenta o nome de uma loja: zarra
Sim era a Zara, mas leu "rr"
E se fosse só isso...
- Quero essa maça. É "fugi" (leu no autocolante)
E volta e meia lê palavras escritas algures
A técnica dela é murmurá-las para ela mesma até ter a certeza do que seja e só aí dizê-la em voz alta.
É um misto de orgulho e medo.
Não somos nós que puxamos por ela, apenas acompanhamos a sua curiosidade e muito menos a escola (onde não anda)
E ainda nem 5 anos tem!...
Mãe sopra a sopa, pai arruma a mesa e a tralha que é o jantar
Ela olha para todo o lado e depois de murmurar algo imperceptível para nós, espantada, comenta o nome de uma loja: zarra
Sim era a Zara, mas leu "rr"
E se fosse só isso...
- Quero essa maça. É "fugi" (leu no autocolante)
E volta e meia lê palavras escritas algures
A técnica dela é murmurá-las para ela mesma até ter a certeza do que seja e só aí dizê-la em voz alta.
É um misto de orgulho e medo.
Não somos nós que puxamos por ela, apenas acompanhamos a sua curiosidade e muito menos a escola (onde não anda)
E ainda nem 5 anos tem!...
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Dela: a sua primeira palavra
Andava, à pouco, a arrumar e encontrei uma folha que julgava já estar guardada na caixa de tesouros* dela.
A primeira palavra escrita por ela, sozinha! Sem perguntar como se escrevia tal coisa.
Limitou-se a vir à sala perguntar-me como se escrevia o "quê" (o som), que não se lembrava.
Chegou-me com isto
A primeira palavra escrita por ela, sozinha! Sem perguntar como se escrevia tal coisa.
Limitou-se a vir à sala perguntar-me como se escrevia o "quê" (o som), que não se lembrava.
Chegou-me com isto
ESPECTÁCULO!!!!
quarta-feira, 8 de maio de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Só para que conste...
...estamos de janela aberta e sabe bem a aragem que entra.
Até parece que já sentia saudades do barulho das cortinas ao vento!
Até parece que já sentia saudades do barulho das cortinas ao vento!
quarta-feira, 3 de abril de 2013
desejos de costura para a pequenina
Queria tanto, mas tanto, fazer uma colcha para a cama da I
Uma à semelhança da que lhe fiz para o berço, cozida aos poucos, quadrado após quadrado
Uma à semelhança da que lhe fiz para o berço, cozida aos poucos, quadrado após quadrado
Mas cada vez que me ponho a fazer contas ao tecido acabo por desistir...
é dose!
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