O que é que fazemos?
Cedemos à tentação de colocar mais uma luz de presença (a sério, está já dá bastante luz) ou temos (mais) paciência para a ajudar a ultrapassar este medo recém adquirido?
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Socorro! A minha filha aprendeu "uma" nova!
Era uma da manhã, o pai já dormia e a mãe estava quase lá, quando um barulho a devolve ao estado de alerta e pega naquele aparelho mágico, que ainda bem que tem câmara
Pois qual o seu espanto quando a viu sentada na cama, por fora do edredão, claro, com seus pés descalços e um jogo à frente
E sim, de luz ligada!
Nunca tinha ensaiado tal coisa e a descompostura que levou, espero (a sério, espero mesmo) que não a tenha encorajado a repetir a dose.
Juro, naquele momento só me apeteceu cortar a corrente aquele quarto!
E quando mais calma lhe dou o beijinho de "agora vê se dormes"
- mamã, agora tenho a barriga cheia de xixi!!!!
AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Diálogos improváveis!
Estavam pai e filha na galhofa quando a mãe chega à sala.
Aí, o pai decide estender a palhaçada à mãe, recorrendo aos pés!
- Tira daqui as peduncas! - diz a mãe
- Papá, porque é que a mamã disse "peduncas"?
- Ora, porque a mamã acha que os pés do pai são muito grandes e chamas-lhes assim.
Ela pensativa... e o pai sai-se com esta:
- É um pouco tonta a mamã, não é?
- É! É um pouco tonta! - diz ela a rir com o mais safado dos ares!...
- Mas nós gostamos muito dela, não é? - pergunta o pai
- Sim! Gostamos BEM gostado! - diz ela!
Aí, o pai decide estender a palhaçada à mãe, recorrendo aos pés!
- Tira daqui as peduncas! - diz a mãe
- Papá, porque é que a mamã disse "peduncas"?
- Ora, porque a mamã acha que os pés do pai são muito grandes e chamas-lhes assim.
Ela pensativa... e o pai sai-se com esta:
- É um pouco tonta a mamã, não é?
- É! É um pouco tonta! - diz ela a rir com o mais safado dos ares!...
- Mas nós gostamos muito dela, não é? - pergunta o pai
- Sim! Gostamos BEM gostado! - diz ela!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Amostrinha de gente após leitura do "o-ó"
A I gosta (e ainda bem) de uma histórinha antes de dormir.
Geralmente o pai lê e depois fica a ver o livro com a mãe e ou pede outro livro ou fica a fazer perguntas.
E foi o que aconteceu!
Enquanto ia vendo o livro e virando as páginas:
- Mamã, porque está aqui neste canto T A L V E Z? (cada letrinha soletrada devidamente)
- Então, porque essas são as letras da palavra talvez
- hum... então foi por isso que o papá disse talvez
- E olha, e porque é que aqui está Q U A N D O?
- Porque são as letras da palavra quando.
- O papá também disse quando!
Geralmente o pai lê e depois fica a ver o livro com a mãe e ou pede outro livro ou fica a fazer perguntas.
E foi o que aconteceu!
Enquanto ia vendo o livro e virando as páginas:
- Mamã, porque está aqui neste canto T A L V E Z? (cada letrinha soletrada devidamente)
- Então, porque essas são as letras da palavra talvez
- hum... então foi por isso que o papá disse talvez
- E olha, e porque é que aqui está Q U A N D O?
- Porque são as letras da palavra quando.
- O papá também disse quando!
Que se passará na tua cabeça filhota?...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Queres ir à pesca?...
Lembro-me de em pequena haver este jugo, ou um semelhante, em casa dos meus avós
Era um jogo da pesca magnético, com pequenos peixes de cartão que, pensando bem no assunto, depois de tantos tios e tantos primos, nem sei como era possível na altura ainda existir!
E sob o pretexto de uma troca de natal, na qual me tinham calhado dois manos que, ainda não sabiam, mas se iam preparar para receber prendas fantásticas e a cuja mãe não falta talento, nasceu o meu primeiro jogo de pesca.
Agora, e como às vezes sou que nem criança, a cada peixe e a cada estrela que ia fazendo, só me conseguia imaginar a jogar, daí que a certa altura em vez de estar a fazer um jogo, passei a fazer dois!
E ainda bem, porque no natal, quando a minha filhota o desembrulhou, acho que não houve ninguém que não o tenha jogado!
E consta que os manos também gostaram!
Era um jogo da pesca magnético, com pequenos peixes de cartão que, pensando bem no assunto, depois de tantos tios e tantos primos, nem sei como era possível na altura ainda existir!
E sob o pretexto de uma troca de natal, na qual me tinham calhado dois manos que, ainda não sabiam, mas se iam preparar para receber prendas fantásticas e a cuja mãe não falta talento, nasceu o meu primeiro jogo de pesca.
Agora, e como às vezes sou que nem criança, a cada peixe e a cada estrela que ia fazendo, só me conseguia imaginar a jogar, daí que a certa altura em vez de estar a fazer um jogo, passei a fazer dois!
E ainda bem, porque no natal, quando a minha filhota o desembrulhou, acho que não houve ninguém que não o tenha jogado!
E consta que os manos também gostaram!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
{tudo de bom}
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