terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vai ser estranho ir à aldeia e não sermos recebidos por aquela senhora que parecia ser a única que sabia sempre o lugar de todas as coisas e a que fazia sempre a festa maior ao chegarmos.
Mas leva todos os lugares por onde passou, todas as pessoas e o carinho de quem dela gostava.
Tia Balbina

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Hoje revisitei-me e encontrei esta foto
Bem a propósito, por sinal...

Que hajam sempre coisas e pessoas que nos abram a tampa do coração.
Todos os dias!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Bolsa 1ª roupinha


Esta foi uma bolsinha que fiz para a primeira roupa de um bebé.
Foi uma tia que quis oferecer ao seu mais recente sobrinho.
Para mais um bebé feliz!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ajudante de culinária

Agora é assim, mal ouve movimentações na cozinha...
- o eu ajuda!
E arrasta o banco para junto do balcão e fica à espera de ajuda para subir ou trepa-o ao jeito dela

Ontem fizemos bolinhos de bacalhau!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

:(

É suposto amarmos os nossos filhos para além do imaginário.
É suposto mantermos o discernimento, quando a eles lhes falta.
Mas como é que isso se consegue quando uma birra ultrapassa isso mesmo e se estica por todo um serão?
Ignorar não resultou. Castigar não resultou. Ameaçar idem...
Maldito esticar de corda!
Ontem não jantou e eu ainda tenho um nó cá dentro...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

→ ☼ ←

Quando é que sabemos que devemos dizer demasiadas vezes "calma"?...

Quando a nossa filha de dois anos, ao ver um burro reagir ao barulho dos carros que passam na rua, voltando a cabeça e abanando as orelhas, se vira para ele e diz:

- Calma Burro. Calma. É só um carro!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Uma destas noites na FNAC

Chegámos à secção infantil e ela ao deparar-se com a mesa e bancos ao tamanho dela vira-se e diz: mamã, nene banco bola.
E foi.
Estava lá um miúdo, com aproximadamente 7 anos, a ver Toy Story e ouço-a: mino, é nene! e a apontar para o peito: chama nene!
Só que o safadito não lhe ligou nenhuma...
Um bocado depois, já a mãe e o pai tinham trocado de "lugares", andado agora eu à procura de livro, e o miúdo entre um senta e levanta e ela: mino, não - senta!
E, para terminar, acabamos as duas sentadas no meio de um corredor a ver livros que ela escolhia e trazia para o nosso colo!
Gosto desta nova "espécie" de biblioteca, onde nos deixam à vontade para ver todos os livros que queiramos.